Skip to content

LONDON FASHION WEEK – O "Q" LONDRINO ALTERNATIVO!

22/09/2010

Estampas e texturas fazem a linha espetáculo no verão 2011  nas passarelas de Londres.

A semana de moda de Londres é sempre um pouco mais experimentalista que as demais, sempre há coisas que são boas de ver e, principalmente nomes que estão despontado, ou já despontaram.

Esta edição é a festa dos minis vestidos, dos vestidos cocktail.  Vestidos curtos, um não bem posto as sais e vestidos compridos que apareceram na passarela de Nova Iorque. Este é um ponto onde as tendências da moda entram em choque, o que será que sobrevive: o curto ou o longo?

A estampa digital de Mary Katrantzou nos minis estruturados | Reprodução Vogue UK

Nos falamos que a opção para este verão de cores desérticas seria um estampado vivo, com cores fortes e vibrantes, neste quesito a proposta de Mary Katrantzou é responsavelmente considerável. Katrantzou  imprimiu cenários de hotéis e salões de luxo com bela arquitetura em seus vestidos, recortados, em seda, completamente estruturados no ombro, quase como uma armadura. Misturou tecidos leves e mais densos, e fez uma tela que lembra o trançado do vime das cadeiras do século XIX. Criou peças belíssimas com um colorido surpreendente, que reflete a força de um verão mais voltado para o luxo, nem tanto para o urbano, rotineiro.

Bem ligado a esse movimento de estampas, o duo Basso & Brooke são mestres nisso, em criar uma visão ótica que surpreende, confunde a arrebata, é a marca registrada da dupla. Que desta vez veio mais amena, aproveitando os tons neutros e criando volumes em torno do quadril, oferencendo uma outra alternativa as formas lineares que inserida na tendência dos anos 90.  Basso & Brooke experimentaram desta vez as texturas, os tecidos da coleção tinha superfícies diferentes. E a cartela de cores esteve dentro do que se esperava para este verão, no âmbito que compreende os neutros e a persistência do preto.

O momento mais clean de Basso & Brooke | Reprodução Vogue UK

Quem não parece ter se mantido na onda dos mini vestidos foi o tão aguardado Matthew Williamson, que regressou a semana londrina na edição passada, onde se comemorou os vinte anos da semana. O trabalho de Williamson teve um ar completamente artesanal – e esta é a intenção desse post, indicar uma alternativa -, que veio por causa do muito bem colocado trabalho de macramê  que partia dos tops se espalhavam em franjas ao longo do looks. Podemos dizer que este foi um dos desfiles com mais força na semana, uma vez que o reinado dos minis tem cansado a moda, tem mantido tudo em um marasmo que tem feito os fashionistas se chatearem. Por que não juntar elementos, sacudir a poeira de cima de seu trenchcoat crooped da Burberry? O trabalho de Chritopher Bailey foi muito bem visto no masculino, mas seu desfile em uma passarela longa, cansou,  se repitiu demais. Uma repetição que veio nas cores, na modelagem, na força, nos materiais. A Burberry pop pareceu apenas reproduzir e não induzir quando colocou uma versão minimal de seu inverno e tons mais claros, propagando a coisa do militar, do biker – motoqueiro – e criando acessórios em tons fluorescentes, que serão sucesso e venderão muito com certeza.

Veja o desfile da Burberry:

Não podemos negar que a Burberry é um fenômeno de marca pop, ainda mais fluente com os avanços da internet, com as vendas on line, com as transmissões dos desfiles ao vivo pelo site. Esses avanços conduzem a marca para frente em disparada em relação as outras. No facebook da marca o próprio designer, Christopher Bailey, apareceu em um vídeo convidando expectadores a assistirem a apresentação. Existe uma coisa de marca pequena, de calor humano, uma aproximação, que elpolga consumidores e  dá  um levante a marca. Uma estratégia mais que bem feita para tornar Burberry Prorsum uma filosofia de vida.

O macramê e as franjas de Matthew Williamson | Reprodução Vogue UK

E para que possamos ver Londres com um olhar mais alternativo, além daquele comercial da Burberry e da tendência minimal dos anos 90, terminamos este post com com as contruções de Matthew Williamson, que nos dizem muita coisa. Ele que se consolida a cada estação como um nome de força. Se você não conhece o trabalho dele, é preciso!

No comments yet

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: